"A melhor forma de vivermos em paz no mundo atual
é falarmos mais um com o outro e menos um do outro."
Dirk van Keulen
Professor da Protestant Theological University
Mostrando postagens com marcador relacionamentos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador relacionamentos. Mostrar todas as postagens
Entre a superficialidade e a profundidade
Sinceridade precede intimidade. Amorosa transparência precede real convivência.
Vale para cada relacionamento. Vale para todo relacionamento.
(Daniel Faria Junior)
Vale para cada relacionamento. Vale para todo relacionamento.
(Daniel Faria Junior)
A realidade da Cabana
Relacionar-se não é tão simples. E a base de todos relacionamentos é o nosso relacionamento com Deus. Nesta série, pensamos um pouco sobre diferentes momentos que passamos em nossa relação com Deus diante das circunstâncias e pessoas.
1. Antes da Cabana.
2. Entrando na Cabana.
3. Permanecendo na Cabana.
4. Saindo da Cabana.
5. Depois da Cabana.
Veja mais apresentações aqui.
Entre o amor e a dor...
"As pessoas mais difíceis de serem amadas, geralmente são:
1. As que mais precisam de amor, por terem um coração endurecido e/ou...
2. As que mais revelam a nossa necessidade de amor, por termos um coração endurecido."
"The most difficult people to be loved usually are:
1. Those who most need love because they have a hardened heart and/or...
2. Those who most reveal our need of love because we have a hardened heart."
(Daniel Faria Junior)
Mundo & Conexão
A base de nossas conexões é Deus que, por natureza, é uma comunidade em si mesmo. Ele é a origem comunitária. O núcleo de nossas conexões é a família, na qual potencializamos nossas mais intensas e profundas conexões. A extensão de nossas conexões é a comunidade cristã, uma família de famílias, ambiente no qual ampliamos e fortalecemos nossas relações interpessoais. E, aqui, chegamos ao último aspecto essencial em nossas relações: a missão presente em nossas conexões.Deus concede-nos dois contextos como parte fundamental de nossas conexões interpessoais: a família e a comunidade cristã. A primeira é particular, enquanto a segunda é pública. Nas duas, contemplamos o princípio trinitário que deve mover nossas conexões. De modos diferentes, contribuem para nosso alicerce relacional. Revelam mais sobre nós e Deus. Contribuem para entendermos mais sobre quem é Deus e quem somos nós. No entanto, não devem existir para si mesmas. Antes, elas são o início de uma missão que se volta para fora: sermos representantes trinitários no mundo.
Fomos criados para conexão. Porém, muitos estão desconectados. Vivem na solidão de suas profissões, no isolamento de seus projetos, no deserto de suas experiências, na decepção de suas relações superficiais. Carecem de pessoas. Precisam se conectar. E não sabem como encontrar a plenitude relacional. Talvez você seja um deles.
No entanto, à medida que compreendemos e experimentamos mais de perto esse Deus comunitário, nossas conexões gradativamente adquirem nova dimensão. A família recebe nosso sentido. A comunidade cristã ganha nova perspectiva. O mundo é contemplado com novos olhos. Somos convidados ao deleite dessa nova dimensão comunitária. Somos encorajados a proclamar essa mensagem relacional a outros. É a via para harmonia. É o chamado comunitário que recebemos.
Ouça o Deus Pai que nos revela o valor de palavras como soberania, poder, glória, honra, majestade, dignidade, respeito, reverência e obediência. Aprenda com Jesus Cristo, o Filho de Deus, que nos manifesta as lições de vida sobre amor, perdão, empatia, sensibilidade, aceitação, inclusão, convivência e descanso. Encontre forças no Espírito Santo que nos ensina a importância do serviço, capacitação, encorajamento, habilidades, trabalho, ação e responsabilidade.
Lembre-se que a forma como nos conectamos com Deus influencia o modo como nos conectamos com as pessoas. Compreendendo a profundidade do que significa ter Deus como Deus, poderemos construir novas famílias, novas comunidades cristãs, novas cidades e um novo mundo. Um sonho? Uma impossibilidade? Que tal tentar?
Comunidade & Conexão
Deus - Pai, Jesus e Espírito Santo - deseja ter um relacionamento íntimo com cada um de nós. A Sociedade Perfeita anseia por nos ensinar sobre relacionamento e amor. Além disso, para compreendermos o que é relacionamento e amor, Deus nos concede a família, assim como ele, Deus, é uma família.
Se não bastasse, Deus fez mais por nós. Conexão é tão inerente à sua pessoa que ele nos concedeu mais do que uma família. Presenteou-nos com uma família de famílias. Concedeu-nos uma família para sem famílias. Somos agraciados com a oportunidade de viver em uma comunidade cristã.
Se não bastasse, Deus fez mais por nós. Conexão é tão inerente à sua pessoa que ele nos concedeu mais do que uma família. Presenteou-nos com uma família de famílias. Concedeu-nos uma família para sem famílias. Somos agraciados com a oportunidade de viver em uma comunidade cristã.
É fato: quanto maior a família, mais complexa ela é. No entanto, o princípio é o mesmo. Nela, temos muitas pessoas que devem aprender a ser apenas uma. Ao mesmo tempo, são uma única família de muitos. Muitos que são um. Um que são muitos. Iguais, mas diferentes. Diferentes, mas iguais.Logo, assim como a família é o núcleo de nossas conexões, a comunidade cristã é a extensão de nossas conexões. Se na família temos o cultivo da “minha trindade”, na comunidade cristã temos a possibilidade da “nossa trindade”.
Nela, somos encorajados e encorajamos. Somos fortalecidos e fortalecemos. Somos confrontados e confrontamos. Convivemos com pessoas que erram e falham, enquanto nós também erramos e falhamos. Perdoamos e somos perdoados. Encontramos apoio e apoiamos. Crescemos e possibilitamos o crescimento de outros. E, assim, construímos algo que seríamos incapazes de construir numa espiritualidade individual.
Certamente, a teoria é magnífica. A prática, porém, desafiadora. Como qualquer relacionamento, não será fácil. Interagir com pessoas não é tão simples. Teremos que lidar com decepções. Não poderemos evitar as frustrações. Onde há pessoas, a imperfeição não se ausenta. Onde está o ser humano, as deformidades estão presentes. E talvez seja por isso que nós ouvimos a respeito de muitas pessoas que desistiram da igreja. Pode ser que você seja uma delas.
Porém, apesar do grande desafio, temos a Suprema Referência. A proposta comunitária deve se enraizar em sua fonte. A comunidade cristã é uma família de famílias que possui um líder, uma cabeça. Este é Jesus. Foi quem mostrou o que é o amor. Redefiniu o que é entrega. Redimensionou o significado de doação. É o exemplo de serviço. É a evidência do perdão. Como tal, é de quem devemos partir. Ele é a mente desse corpo. É o seu regente. É o seu orientador e guia.
Nosso papel é seguirmos sua direção. É contemplarmos sua prática. E mais: possuímos um diferencial. Não estamos sós nesta construção comunitária. Deus nos concedeu seu Espírito Santo. É aquele que nos consola, conforta e ampara. É aquele que nos leva além de nossas forças. É quem nos capacita em nossas conexões.
Desfrute dessa oportunidade de se conectar. Não é necessário que você caminhe sozinho. Nem que prossiga sem pessoas. Abrigue-se. Refugie-se. Conecte-se.
Família & Conexão

O cristianismo é a soberana proposta de vida que convida a humanidade a uma espiritualidade comunitária. Não é um caminho solitário, mas solidário. Não acontece apenas no contexto individual de nosso quarto, mas na convivência social de nosso mundo. É na diversidade que cresce. É no contexto público em que é encorajado.
Nesta espiritualidade comunitária a qual somos chamados, temos um núcleo. É o local criado para ser o quartel-general de nossos relacionamentos. É o lugar essencial para construção de nossos fundamentos para vida. Nele, somos criados. Nele, somos informados. Nele, somos educados. Nele, somos formados. Este núcleo interpessoal é a família.
O próprio princípio bíblico passa pela família. Pelo menos seis situações históricas revelam isso. Na Criação, o começo de tudo envolve a família. Diante da tantas coisas boas, não era bom que Adão ficasse só. Assim, vemos o homem Adão e a mulher Eva, criada do próprio corpo dele. Surge a primeira família. Após a destruição do dilúvio, presenciamos o recomeço com Noé e sua família. Ao ser chamado para uma nova terra, contemplamos o início de uma nova jornada para Abraão e sua família. Jesus, o qual poderia vir até nós das mais diferentes formas, veio no contexto da família. Ele mesmo formou uma nova família e retornará para se reunir com sua grande família. Logo, família não existe por mero acaso.
Indo além, a família é a representação visível de Deus. Na família, vemos o princípio trinitário. Homem que se torna um com sua mulher. Mulher que se torna um com o homem. E, assim, dois tornam-se um. Dois que são um. Um que são dois. Então, pai e mãe geram filhos. Mesmo sangue. Mesma genética. Filhos que são parte de seus pais. Logo, ali no núcleo de nossas conexões, vemos três entidades – pai, mãe e filho – que são apenas uma única entidade. Um que são três. Três que são um. Iguais, mas diferentes. Diferentes, mas iguais.
É como se Deus estivesse nos dizendo: “Você deseja compreender mais sobre quem eu sou? Envolva-se com a família. Você quer entender e desfrutar da plenitude de minha natureza? Eu concedo um presente a você: a família”. Assim, a família torna-se a “nossa trindade”, criada por Deus e a ser cultivada por nós sob influência dele.
Portanto, Deus convida-nos a aprendermos com sua própria identidade. Assim como é um ser relacional, também nos criou como seres relacionais. Somos à sua imagem. Somos à sua semelhança. De mesmo modo em que Deus é uma família, colocou-nos em uma família. Local de refúgio. Lugar de abrigo. Nossa fortaleza de conexões. A harmonia presente no próprio Deus é referência para nutrirmos essa mesma harmonia em nossos lares. Seja um instrumento de mudança em sua família. Faça dela o núcleo de suas relações.
Nesta espiritualidade comunitária a qual somos chamados, temos um núcleo. É o local criado para ser o quartel-general de nossos relacionamentos. É o lugar essencial para construção de nossos fundamentos para vida. Nele, somos criados. Nele, somos informados. Nele, somos educados. Nele, somos formados. Este núcleo interpessoal é a família.
O próprio princípio bíblico passa pela família. Pelo menos seis situações históricas revelam isso. Na Criação, o começo de tudo envolve a família. Diante da tantas coisas boas, não era bom que Adão ficasse só. Assim, vemos o homem Adão e a mulher Eva, criada do próprio corpo dele. Surge a primeira família. Após a destruição do dilúvio, presenciamos o recomeço com Noé e sua família. Ao ser chamado para uma nova terra, contemplamos o início de uma nova jornada para Abraão e sua família. Jesus, o qual poderia vir até nós das mais diferentes formas, veio no contexto da família. Ele mesmo formou uma nova família e retornará para se reunir com sua grande família. Logo, família não existe por mero acaso.
Indo além, a família é a representação visível de Deus. Na família, vemos o princípio trinitário. Homem que se torna um com sua mulher. Mulher que se torna um com o homem. E, assim, dois tornam-se um. Dois que são um. Um que são dois. Então, pai e mãe geram filhos. Mesmo sangue. Mesma genética. Filhos que são parte de seus pais. Logo, ali no núcleo de nossas conexões, vemos três entidades – pai, mãe e filho – que são apenas uma única entidade. Um que são três. Três que são um. Iguais, mas diferentes. Diferentes, mas iguais.
É como se Deus estivesse nos dizendo: “Você deseja compreender mais sobre quem eu sou? Envolva-se com a família. Você quer entender e desfrutar da plenitude de minha natureza? Eu concedo um presente a você: a família”. Assim, a família torna-se a “nossa trindade”, criada por Deus e a ser cultivada por nós sob influência dele.
Portanto, Deus convida-nos a aprendermos com sua própria identidade. Assim como é um ser relacional, também nos criou como seres relacionais. Somos à sua imagem. Somos à sua semelhança. De mesmo modo em que Deus é uma família, colocou-nos em uma família. Local de refúgio. Lugar de abrigo. Nossa fortaleza de conexões. A harmonia presente no próprio Deus é referência para nutrirmos essa mesma harmonia em nossos lares. Seja um instrumento de mudança em sua família. Faça dela o núcleo de suas relações.
Uma história sobre conexão
Jesus é o Herói dos heróis. É o herói como nenhum outro. Foi o que ninguém foi. Falou o que ninguém falou. Fez o que ninguém seria capaz de fazer. Tinha todos os poderes, mas abriu mão de todos eles e exerceu amor. Não buscou um reinado sobre a humanidade que lhe traria exaltação, mas optou por ser abandonado em uma cruz que o conduziu à morte em humilhação. E tudo isso com um exclusivo propósito: a restauração da nossa conexão com Deus.
Ao longo de toda sua vida, estava conectado com Deus. Em seu nascimento, sua conexão com Deus foi revelada. Em seu batismo, sua conexão com Deus foi declarada. Em sua vida e morte, sua conexão com Deus foi comprovada.
Ao longo de toda sua vida, estava conectado com Deus. Em seu nascimento, sua conexão com Deus foi revelada. Em seu batismo, sua conexão com Deus foi declarada. Em sua vida e morte, sua conexão com Deus foi comprovada.
Jesus está no contexto comunitário. O cristianismo é a única proposta de vida que se origina em uma espiritualidade comunitária e que, ao mesmo tempo, é singular. Não são três deuses. Mas apenas um Deus único. Porém, ao mesmo tempo, é três. Deus Pai, Jesus e Espírito Santo. Ele é a representação de uma matemática espiritual diferente. É o exemplo de uma gramática celestial transcendente.Compreender plenamente sua identidade é almejar uma tarefa impossível. Seria limitar aquele que é infinito, Porém, é possível crescer em nossa compreensão. Uma figura que nos auxilia é a ilustração da água. Assim como os três estados – sólido, líquido e gasoso – apresentam apenas a água, assim é Deus – Pai, Jesus e Espírito – que é somente Deus. Possui funções diferentes, mas é um. Um em três. Três em um. Diferentes, mas iguais. Iguais, mas diferentes.
Logo, Deus é relacional. Conexão faz parte de sua natureza. Relacionamento é algo que constitui seu ser. Ele é o exemplo supremo de todas as conexões. É o fundamento para todas as relações. E ele nos chama para nos conectarmos com sua pessoa. Deus deseja se aproximar de nós. Quer ter intimidade conosco. Anseia por nos ensinar sobre convivência. Sabe tudo sobre relacionamento e deseja se relacionar comigo e com você.
Assinar:
Postagens (Atom)
